Record, SBT e RedeTV, as 3 patetas canais da Simba cederam a corrupção do governo para atingirem objetivo deles.

As emissoras de TV aberta resolveram deixar as máscaras delas caírem e cederam a total corrupção para atingirem o objetivo de terem uma grana extra no caixa sem fazer o menor investimento. A Simba foi criada para negociar o que é gratuito. Foi criada só pra isso. Não querem investir em nada. Apenas cobrar dos assinantes pelo que pode ser acessado gratuitamente.

Pra isso, esses canais – de baixíssima qualidade por sinal e conteúdo absolutamente duvidoso – criaram uma joint-venture para negociar os sinais deles com as operadoras de TV por assinatura. E esses canais até agora perderam no jogo do mercado. Mas não temos capitalismo no Brasil. Não temos e jamais teremos. Por que se para conseguir o que você deseja tem de recorrer a uma ajuda do governo, você não está de fato vivendo de acordo com o que o mercado exige. Ainda que o discurso diga isso.

Hoje foi revelado pelo site Notícias da TV as conversas que executivos dessas emissor

corrupção

Recorrer a corrupção parece ser uma prática comum no Brasil…

as tiveram com ministros do atual governo para forçar uma ilegalidade. E conseguir, com isso, ter a receita que desejam. Algo estimado entre 300 milhões a mais de 1 bilhão de reais por ano. É uma receita considerável para canais de baixa penetração na audiência.

Mas para esse objetivo ser atingido, recorrem a uma corrupção. Inventam histórias mentirosas. Contam que foram cortadas do cabo quando na verdade foram elas que cortaram os sinais delas nas operadoras. Mentir e sensacionalizar sempre foram armas de baixa qualidade que marcam a identidade desses canais. Mas está claro que elas não estão preocupadas com isso. Propõem politizar a programação em uma cobertura completamente favorável ao atual presidente em troca desse objetivo.

Corrupção é algo que parece ser a arma pra conseguir o que se quer no Brasil. Não deveria ser assim. Mas a TV aberta sempre prova que pode baixar mais o nível para atingir o que querem. Quanto ao discurso. Isso é o de menos.

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Written by Israel Anderson

Jornalista por formação, cineasta por estudos e curioso por natureza. Internet por paixão.

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